Uma reportagem do Estado de Minas mapeou uma mudança de perfil que está transformando o mercado de estética facial no Brasil. Impulsionado por técnicas minimamente invasivas e avanços tecnológicos, o setor de medicina estética teria crescido cerca de 8% em 2024, com projeção de alta média de faturamento de 16% em 2025 entre as empresas do ramo.
O dado mais interessante, porém, é sobre quem está procurando esses serviços. Tradicionalmente associada ao público feminino, a estética facial já tem os homens representando cerca de 30% da clientela em clínicas — e o público também está ficando mais jovem, buscando prevenção em vez de correção.
Essa mudança de perfil importa muito para quem administra uma clínica: o cliente de hoje não é mais o mesmo de cinco anos atrás, nem busca informação da mesma forma. Homens e clientes mais jovens tendem a pesquisar mais online antes de agendar qualquer procedimento, comparando opções, avaliações e fotos antes de escolher onde ir.
Ignorar essa mudança de comportamento é abrir mão de uma fatia de mercado que só cresce — e que praticamente só existe para quem tem presença digital.